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Top Five Piores e Melhores Pilotos que eu já Li - Parte 2




E chegamos a parte mais gostosa, porém mais difícil do top 5. Sim, citar o que é ruim é muito fácil, até porque são poucos os que acertam logo de primeira, agora ganhar um espectador/leitor logo de cara, isso é virtude de poucos, ainda mais quando quem está acompanhando é um chato e exigente como eu.

Tomei a liberdade de nesse top 5 citar uma série que não faça parte do nosso ciclo, mas pelo fato da mesma nem existir mais, obviamente não haverá problemas em citá-la, até porque seria impossível fazer essa lista, sem colocá-la entre os 5 e logo vocês saberão o porquê dela ter me ganhado tanto.












5 – The Group.

The Group nunca foi um primor de série. No auge da pouca exigência, sua primeira temporada, muito parecida com Dawson’s Creek, se sobressai perfeitamente, e soma também com o momento em que tudo está começando, então era normal ainda não ter de fato a experiência necessária para fazer uma série muito boa, mas claro que tinha seus bons momentos e confesso que sinto muita falta dos episódios lançados todos os sábados e ler os comentários do público, mesmo que fosse para criticar junto com o Luciel no MSN os plots que o autor colocava.

Infelizmente a série em sua segunda temporada decaiu bastante, a inspiração em seriados televisivos deu lugar para as novelas globais, fazendo o autor se preocupar mais em dar uma de Maneco lançando inúmeros temas polêmicos, do que nos fazer envolver na trama dos personagens. O público aos poucos foi abandonado o seriado, até que por falta do mesmo, em 2007 The One
(autor) resolveu dar uma pausa em The Group, coisa que dura até hoje. Não se sabe ao certo seu paradeiro, já que ele desapareceu e acredito eu, que mesmo com falta de público, ele não abandonaria assim seu primeiro filho, no qual lhe dera muita felicidade antes. Por se tratar de um pseudônimo, a pessoa pode até não estar entre nós hoje e ninguém ficar sabendo, mas logicamente, eu torço para que isso não seja verdade e que um dia ele apareça e termine a pioneira das séries virtuais no Orkut.

Por que o piloto de The Group entra em 5° lugar na minha lista? Quando lancei Descobrindo, no dia 12 de junho de 2006
(êeeee 3 anos \o) eu não sabia da existência de séries virtuais e lancei-a na cara e na coragem. Vasculhando o Orkut, encontrei a comunidade de The Group e logo tratei de ler o primeiro episódio. Por ser a primeira série virtual que eu li, achei aquilo fantástico, a forma em quadrinhos como era feita, a trilha sonora inserida, os atores, e principalmente a simpatia do autor que mesmo sem eu pedir, relacionou as nossas comunidades, dando assim início a tudo que Descobrindo foi, já que dali migraram algumas pessoas que também liam The Group.
Então vai para ti
The Group, o 5° lugar do meu top 5.



4 – Distorcer.

Numa época em que os seriados virtuais já haviam se popularizado, era incrível o surgimento semanal de séries novatas, porém 90% delas eram terríveis, exatamente pelo embalo que eu disse na parte 1 do top. Conversando com a Janaína por MSN, ela havia me recomendado o piloto de Distorcer, dizendo que era surpreendentemente bom, surpreendentemente justamente pelo tanto de coisas ruins que saíam naquela época. Tempos depois resolvi dar uma conferida e para minha surpresa, o piloto realmente era surpreendentemente bom, mas bom mesmo.


Uma coisa que eu preso muito são os diálogos de uma série, o autor precisa prestar bastante atenção no que está escrevendo. Muita coisa para nós, após a leitura de uns, se torna bastante banal, por isso eu sempre procuro interpretar o que estou escrevendo, imaginando de fato a fala do personagem. Claro também que o cuidado deve ser maior, pelo simples fato de o pensar em falar e vê-lo falar numa televisão de verdade, é muito diferente de uma simples leitura, por isso, eu abuso do delete, reescrevendo um zilhão de vezes vários diálogos de meus episódios. Mas enfim, o primeiro episódio de Distorcer, para uma pessoa que estava começando, possui diálogos ótimos , ótimas descrições de cenas e um fechamento satisfatório do mesmo, nos apresentando um piloto redondo, envolvente, não se preocupando apenas em apresentar os personagens, mas criando um plot muito bom. Seu final, onde o personagem acorda no meio do nada, nos deixa ansiosos para saber o que o levou a estar naquele lugar.





Então é para o piloto de Distorcer, o 4° lugar do meu Top 5.


3 – Sides.

Quando o piloto de Sides foi lançado, eu a Jana não tínhamos a amizade que temos hoje, na época ela era apenas uma leitora de Descobrindo, que me pediu auxilio lendo o piloto de uma série virtual que pretendia lançar. No final da 2ª Temporada de Descobrindo, inúmeras séries teens saiam na comunidade de séries, 99% sem conteúdo e com clássico elenco formado por Chad Murray e Cia ilimitada. Por não conhecer a Janaína direito, não dava absolutamente nada para seu piloto, pensando justamente que veria o mais mais, do mesmo. E não é que como Distorcer, seu piloto me surpreendeu por ser muito bom? Sua simplicidade, a forma como os personagens foram apresentados, principalmente minha queridinha Samantha, as narrações em off da Brenda, me fizeram ler o episódio e nem perceber o tempo passar. E numa época de seca de coisas boas, foi muito gratificante acompanhar uma série que como poucas, dura até hoje.

E não preciso nem dizer que digo isso de coração, independente da autora ser minha amiga pessoal, huh? Pois como poucos, ela sabe muito bem o como sou crítico para essas coisas e jamais diria ser bom, se não fosse.


E é para ti, piloto de
Sides, o 3° Lugar do meu Top 5.



2 – Dia a Dia.

Olha, acho que apenas o Leonardo, Lívia Petrelli e Luciel hoje se lembram dessa série. Ela foi a terceira série virtual que saiu no Orkut. Também se tratava de uma série teen e confesso que gostava bastante, embora coisas clássicas aconteciam, a série era de uma simplicidade encantadora. Um ponto muito forte eram seus diálogos e descrições de cenas que confesso que mesmo com uma temporada praticamente terminada de Descobrindo, o autor “Destination” descrevia cenas e diálogos muito melhor que eu, o que foi de grande ajuda para no meu desenvolvimento como autor também. Seu piloto nos apresenta Marcus que se muda com a mãe para uma cidade interiorana após o divórcio de seus pais. Sua mãe, sofrendo por alcoolismo e ele sofrendo por deixar sua namorada, tentam se adaptar nos primeiros e conturbados dias no local. Teve de tudo, perda de virgindade, novas amizades, festa, briga e foi realmente algo gostoso de ler.

Infelizmente em seu 13° episódio, sem nenhuma explicação o autor resolveu cancelar a série, excluindo sua comunidade e seu perfil. E não podia de forma alguma reclamar de falta de audiência, pois naquela época, 2 comentários era sinônimo de sucesso e claro, umas 5 , 6 pessoas, incluindo eu, comentávamos os episódios de Dia a Dia. Não sei o que o levou a fazer isso, mas é uma série que até hoje sinto falta de acompanhar.


E é para ti,
Dia a Dia, a medalha de prata do meu Top 5.



1 – Lost in Time.


Criado por Kamila Vitorino (Story of a Girl, Pieces of Heaven) inicialmente para ser uma minissérie na mid-season de sua emissora, esse foi o único piloto, creio que até episódio em qualquer momento da temporada, que me fez chorar. Sério, até aquele dia, jamais havia me sentido tão deprê após terminar de ler algo, como foi piloto de Lost In Time. Foi tão envolvente que a dor, a angustia, o medo, o desanimo que fez a personagem se suicidar pareceu transparecer tudinho em mim, fazendo diversas vezes parar de ler para limpar o óculos que estava embaçado devido as lágrimas que escorriam e ficar um bom tempo pensando naquilo.

Contando um pouco sobre, a série era um drama clássico, 4 ou 5 amigas de infância que perderam contato na vida adulta, se reencontram na cidade natal por causa do falecimento de uma delas devido ao suicídio citado acima. Durante o percurso das personagens até chegar a cidade, vemos inúmeros flashbacks da infância das mesmas, mostrando como elas eram unidas e como a vida foi traiçoeira, fazendo-as de grandes amigas, apenas meras conhecidas.

Eu geralmente não me comovo com suicídio, a pessoa se mata porque quer. A vida é o dom mais precioso que Deus nos deu e por mais triste que estejamos, é injusto, cruel, tirá-la dessa forma quando tantas pessoas passam por coisas piores, quando tantas pessoas partem sem escolha. Mas não sei, o drama da personagem me deixou pra baixo, pois no flashback, ela era a garotinha que mais sonhava, que mais tinha planos de ser alguém, mas terminou como a única que após a formatura, permaneceu na cidade, não saindo do lugar. E triste também foi a forma como ela se matou, se jogando de cima do prédio do colégio.

Bom, não é fácil explicar a única reação desse tipo que uma série virtual causou em mim, claro que matar alguém é a forma mais fácil de comover em episódios, mas eu já vi isso em outras séries virtuais e nenhuma conseguiu superar o que senti. Infelizmente a série só ficou nesse piloto, me deixando apenas na vontade e imaginação em saber como aquele fato uniria novamente aquelas amigas.

E é para ti,
Lost in Time, com um grande saudosismo, que te entrego a medalha de Ouro do meu Top 5.


Lembrando que pode realmente já ter tido pilotos superiores, mas o que vale de fato é a forma como eles nos ganham, portanto, esses 5 ficam na minha memória sempre que penso em pilotos bons, pois todos, em seu momento, conseguiu arrancar uma reação diferente em mim. Quem sabe essa lista aumente, mude, daqui um tempo? Pois não custa sonhar que coisas desses tipos ainda podem sair, não falo por ser um primor, mas por conseguir ser especial, seja na simplicidade, ou qualquer outra coisa, o importante é arrancar uma sensação em quem está lendo, jamais conseguida antes.


Até a próxima.
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Top Five Piores e Melhores Pilotos que eu já Li - Parte 1





Falar de pilotos sempre fora um assunto delicado. Como já se tornou clássico em diversos comentários sobre pilotos, uma série pode muito bem nos apresentar um piloto excelente, bonzinho ou razoavelmente bom, que a partir do episódio seguinte pode mostrar uma perda de qualidade bastante considerável. Assim também ocorre o efeito contrário, onde várias séries por se tratar de inexperiência de alguns autores, apresenta um piloto morno, ruim, de péssima qualidade, mas se o autor se mostra competente conforme for adquirindo experiência, a série se sobressai perfeitamente. Logicamente isso é muito mais fácil de ocorrer em se tratando de séries virtuais, onde ninguém recebe milhões para escrever e muita gente está começando, diversas vezes ainda preso a forma literária.

Mas também não devemos fechar os olhos para tudo, obviamente pelo crescimento e popularização do nosso mundo virtual, inúmeros “autores” se aventuram na área justamente por ter lido determinada série, percebido que algumas pessoas gostam, comentam, elogiam, ou pelo número de pessoas na comunidade e números de séries existentes, o que obviamente o faz entrar nesse ramo apenas por puro embalo, nos apresentando séries de péssimas qualidades, encontro de comadres nos comentários e a maioria deles trocam de séries como trocam de roupas.

Mas não estou citando alguém especificamente, portanto, não vamos vestir a carapuça e fazer disso uma tempestade, confie em seu taco, ou aprenda a ter bom senso.









Atenção: O Top trata-se única e exclusivamente de PILOTOS, o que não quer dizer que o autor seja uma droga ou que a série em si seja, e mais claramente, se trata do MEU gosto pessoal, não é um TOP 5 do blog, como teve diversos aqui, tampouco da comunidade e sim, MEU Top 5, o que obviamente muita gente pode discordar.


5 – OUL!







Em meus comentários na comunidade, e mesmo sendo amigo pessoal do autor, OUL! Se propôs a ser uma comédia que nunca foi engraçada. Talvez algumas tiradas em episódios seguintes, conseguiram no máximo tirar um sorriso de meus lábios, mas nunca consegui rir de fato, como algumas pessoas que comentavam nos episódios faziam.

Mas falando do piloto especificamente, o ponto mais fraco do mesmo foi a tentativa de alcançar riso no absurdo. Séries de comédia tem que nos fazer rir naturalmente, situações forçadas já estão tão manjadas que as únicas gargalhadas que se ouve é do efeito sonoro a cada piada. Mas Oul! Extrapolou no que diz respeito a situações forçadas. Um dos protagonistas, Room, é um adulto tão, mas tão infantil que chega a dar raiva só de pensar como alguém consegue rir disso.
Para você ter uma idéia, ele brinca com bonecos, entra na geladeira e congela, convida os convidados importantes de sua esposa numa festa em sua casa para brincar de papai e mamãe e não, isso não é no sentido malicioso de ser e sim, brincar literalmente de papai e mamãe.

Olha, se é para forçar um personagem a ser engraçado, que seja o clássico BURRO e desmiolado, do que infantil, pois para um personagem que beira os 40 anos de idade, é terrível imaginar que alguém consiga conviver seriamente com ele, muito menos casando-se com uma jornalista conceituada.

Todo o piloto foi ruim, mas me mantive fiel na leitura da série até a mesma entrar num eterno hiatus após o término da segunda temporada que teve somente 4 episódios. O que posso dizer é que sim, continuou forçado, mas a infantilidade do mais infantil foi bem mais ponderado.




4- Crazy










Tá aí mais um exemplo de como não se deve fazer comédias. Independente da minha rixa com o autor (Há autores que eu não me dou bem, porém reconheço que escreve super bem) Crazy me chamou a atenção pelos vários elogios a seu piloto na sua segunda estréia (já teve uma antes), então resolvi conferir, com a mente aberta, tentando não me influenciar e constatar que realmente aquilo era bom.

Mas não foi o que aconteceu. O que vi, foi novamente uma tentativa de fazer uma comédia com situações forçadas, porém dessa vez a infantilidade dando lugar à burrice de alguns personagens
(embora também adultos eles não pareciam) como disse ali em cima, mas nem isso funcionou. Na verdade é impossível ler o piloto e não associar com Friends, o que fez com a responsabilidade do autor em provocar risos fosse grande, mas sequer o piloto chegou a ser gostoso de ler.

Não houve uma situação que me fizesse rir ou também sorrir em algum momento e lembro de ter comentado com algumas pessoas no
MSN enquanto lia, que, ou era realmente difícil de fazer rir e crítico por demais, ou as pessoas que são animadas ao extremo e pouco exigentes. Para meu alívio, naquele momento, não era somente eu que havia achado ruim e sem graça o piloto de Crazy.

Não continuei a ler a série, mas o autor em si decretou pela segunda vez o seu fim no segundo episódio, parece.




3 – The House.








Alguém lembra do Shippou? Muito provável que os mais antigos da comunidade lembram, Shippou era um rapaz com uma auto-estima lá no alto, que adorava criticar séries teens, mas não sacava que ele mesmo não sabia escrever.

The House não era sua primeira tentativa ruim, mas é justamente dela que irei falar. Lembro que na época de seu lançamento, o ECL ainda estava no auge, e na sua primeira versão, onde era atualizada com freqüência e possuía uma equipe de uns 8,9 ou 10 comentaristas. Eu como não me envolvia muito naquela época, fiquei de fora, mas havia escrito uma review para o piloto e ia mandar para ou o Ramon ou Thiago MB publicar. Bom, não faço idéia do por que não ter mandado, mas o review continuou aqui comigo, então, vou colar alguns pedacinhos da mesma para vocês terem uma idéia de como eu havia “adorado” o que tinha lido.


“Antes de falar sobre o episódio, devemos destacar a abertura da série. Realmente, o autor pode-se dizer inovador, pois nunca vi nada parecido em toda a minha vida. Isso quer dizer que se destaca positivamente? Absolutamente, não!
A abertura de “The House” é a coisa mais trash e de mau gosto que eu já vi. A começar pela duração, 3:02 minutos o que já é entediante para qualquer um acompanhar. Temos de inicio um filme caseiro e mal feito, onde um rapaz anda pela casa e um boneco cai em cima dele. Depois são mostradas incansáveis cenas de Cristiano Ronaldo em campo. Mas o que mais me incomodou realmente, foi o sadismo e mau gosto ao colocar cenas de pessoas sendo mortas e torturadas de verdade. Me pergunto, que emissora aprovaria uma abertura, mesmo que seja montagem de pessoas sendo torturadas? Braços arrancados, cabeças decapitadas? Típica abertura que você não precisa ver mais de uma vez ou parar pela metade.

Após a torturante abertura, somos apresentados ao protagonista da série, nada mais, nada menos que “The House”. Sim, a casa que servirá de cenário para os mistérios envolvidos na trama. Logo temos uma narração que só o autor sabe quem fez, já que em momento algum temos indícios de que é o autor da voz, já que sua narração em off, não envolve nome de personagem ou ator.

Uma pergunta que fica: Se “The House” é a casa onde todos os possíveis mistérios acontecerão, onde está a descrição do cenário que a envolve? Sabemos que é uma casa, mas onde ela fica? Num lugar isolado, ou perto de uma colônia? No alto de um penhasco ou perto de alguma praia? O autor pecou ao não nos descrever o envolto da casa, uma vez que “ela” seria a mais importante da série”.


“Por fim, temos o avião das gêmeas Olsen prestes a cair, e com a frase hilária do comandante:
Comandante: Quero que vocês mantenham a calma, e não comentem com ninguém, não quero um colapso dentro desse avião. Vocês iram agora, distribuir os remédios que ajudam os passageiros a dormir, para todos. Não quero ninguém gritando a hora que cairmos. Que Deus nos ajude.


Ele disse isso sério? Bom, com um avião prestes a cair, é obvio que o comandante não teria espaço para ser sarcástico. Então que avião conseguiria dar pílulas para que seus passageiros pudessem dormir e morrer sossegado? Detalhe: O avião já estava caindo, segundo o comandante, então não era para a tripulação já estar em pânico? Quem conseguiria tomar qualquer tipo de comprimido? E mesmo que não tivesse, quem iria tomar uma pílula à toa?

Então o episódio termina com a frase da aeromoça:
Aeromoça #2: Não se preocupe Comandante, nós acreditamos no senhor.


Muito dedicada e confiante ela, ao acreditar no comandante que nada poderia fazer caso o avião venha realmente se espatifar no chão”.


Fala sério! E olha que esses foram os pedaços mais importantes, mas as críticas que havia feito envolvem cada parágrafo que li. E só pela bizarrice de ver Cristiano Ronaldo, super ocupado com jogos que duram o ano todo, tendo tempo para fazer uma série, interpretando ele mesmo, numa desculpa bizarra para tirar férias e ir para a tal de The House, ver as gêmeas Olsen interpretando elas mesmas, também fazendo papeis ridículos, não era realmente de se esperar que algo bom saísse dali. E claro, não me dei ao trabalho de acompanhar o segundo episódio, e pra dizer a verdade nem lembro se teve realmente, acredito que como sua outra série, e a maioria do ramo, Shippou cancelou a mesma sem sequer exibir 3 episódios.




2- Vida de Astro.










Segundo lugar do nosso top Five, essa nem pessoas menos críticas como Dibiel conseguiu engolir. Não lembro quem era o autor, mas não era possível que alguém com mais de 12 anos tivesse escrito aquela coisa. O piloto é inteiramente bizarro, melhor dizendo, infantil ao extremo.

A série contava a vida de jogadores conceituados do Roma
(Como também se os mesmos tivessem tempo para fazer uma série) na época, mas que em momento algum tinham cabeça. A tentativa de humor do autor, não passou de algo constrangedor para quem estava lendo, e de tão ruim, você acaba acompanhando até o final, justamente para ter certeza que realmente alguém conseguiu escrever algo do tipo.

Só para ressaltar e não dizerem que estou, falando, falando, falando, mas não dizendo nada, segue algumas cenas chupadas da crítica feita por Dibiel aqui mesmo no ECL e que tem meu total apoio:
"Eles andam e chegam a um enooorme jardim onde, havia uma galinha que batiam e ganhavam balas, um super aparelho de som tocando Xuxa, e uma mesa com um bolo de chocolate e um escrito parabéns Roma pelo titulo, o resto do time dançando a ciranda cirandinha"


"- Droga no relógio eram nove horas, mas ainda são 21 horas, e... Droga o relógio só vai até doze fomos enganados quero um que esteja certo, vá até 24 horas – Diz Juan

- Nossa é mesmo vamos denunciar essa tal de Nike que nos enganou? Deve ser uma marca muito ruim mesmo – Diz cicinho

- Claro – Diz Juan"

Preciso dizer mais alguma coisa? E claro, a série também não passou de seu piloto.



1 - Gambers














Então temos o nosso vencedor. Sério, na época nunca tinha lido algo tão, mas tão ruim como o piloto de GAMBERS. Talvez hoje tenha coisa pior, a Jana já me disse em uma leitura que determinado piloto tava pior que Gambers e até mesmo Vida de Astro pode se sobressair para várias pessoas que fossem fazer algum comparativo.

Mas pra mim, esse piloto teve um sabor especial. Foi a primeira crítica pesada que fiz à uma série virtual num tópico de comentário, mas foi tão grande e pesada que devia ter uns 10 posts só de críticas, tanto que o autor sequer respondeu as mesmas e no dia seguinte anunciou o cancelamento da série. E junta também que no mesmo dia, o autor foi três vezes me cobrar no meu scrap um comentário sobre o episódio, como se eu tivesse todo o tempo do mundo disponível. Coitado, se soubesse o que viria a seguir, talvez jamais teria passado por meu perfil.

E não havia sido apenas eu a criticar, até mesmo os mais bobinhos que achavam graça de tudo, falaram mal, menos o Ramon, que por ser estreante na área, confessou mais tarde que havia dito que gostou, justamente por não ter jeito ainda para essas coisas, o que culminou de até hoje eu brincar com ele por causa desse elogio descabido.


A ruindade do piloto começa com sua premissa forçada, 5 amigos
(ou 6, não lembro ao certo, faz tempo) que se conheceram no jardim de infância (!) e após esse período perderam contato, se reencontram após uns 30 anos +ou- e interagem como se nunca tivessem se separado, voltando a serem amigos como antigamente.

Os personagens adultos, na casa dos 30 e poucos, 40, agem como se fossem adolescentes, com diálogos chulos, típico de quem não tem absolutamente nada para dizer. É o que eu sempre falo, de que adianta criticarem tanto as séries teens, se ao tentar criar uma série adulta, a única coisa que muda é a faixa etária dos personagens? A cabeça, ações, situações e diálogos continuam como se fosse de uma pessoa de 15 anos menos madura, o que muda é a apenas a idade.

Para piorar as coisas, além da cabeça dos personagens, em um único dia os 5 que foram apenas coleguinhas do jardim, se reencontram e lembram uns dos outros só de relacionar o nome e sobrenome ou por achar parecido, ou por ter visto determinada tatuagem. Ou seja, alguém aqui mesmo que se lembre de quem estudou na infância
(Sério, eu até lembro de bastante gente do pré) conseguiria reconhecer a pessoa se encontrasse na rua após 20, 30 anos, como se durante esse tempo todo ela nunca tivesse engordado, mudado a feição do rosto, cabelo, crescido, diminuído (haha), ou sei lá o que? A ligação que tiveram em um ano apenas no jardim da infância, fora tão grande que seria incapaz não reconhecer caso passasse do seu lado? Ou somente por dizer uma coisa, você conseguiria lembrar de tudo que haviam vivido?

Sério, até brincar de “Eu Nunca”
(típica brincadeira de adolescente nos EUA, onde uma pessoa diz Eu nunca fiz determinada coisa, se você fez, ou não fez, não lembro, você bebe o que está no seu copo) os trintões fizeram, só faltou pularem ciranda, cirandinha como em Vida de Astro.

No final, faltou 1 dos amigos para ser encontrado e um dos protagonistas, relacionou a feição do filho de uma delas
(puta memória do cão!), a ele, terminando nesse suspense, que obviamente me fez ficar de boca aberta, sim, boca aberta de tamanha ruindade que aquilo tinha sido. Bem fez o autor em cancelá-la, pois com tantos pontos negativos, não seria de fato possível consertar, a não ser que começasse tudo outra vez.

Mas quem quiser dar uma olhada na bizarrice, o piloto ainda perambula por aí:
http://seriegambers.blogspot.com/2007/09/1x01-pilot-part-1.html

Apenas aperte ctrl + para aumentar o texto minúsculo, ou cole no Word, pegue a coca-cola, a pipoca e principalmente a paciência e delicie-se com esse primor.






E assim termina meu
TOP FIVE dos piores pilotos que já li. Até iria colocar o TOP FIVE melhores hoje, mas como o texto ficou bastante extenso, achei por bem dividir em duas partes e postar amanhã, ou depois, ou depois, a parte 2.

Para os menos experientes, fica a dica para não cair no absurdo, releia, refaça, mande para várias pessoas antes de lançar
(de preferência não amigos e sim pessoas mais críticas e que já estão no ramo) para que, se não chegar a ser bom de fato, que pelo menos não chegue a ser considerado ruim de doer.

E para os mais experientes, o piloto antigo, é o piloto antigo, passou, você cresceu, hoje sua obrigação é fazer algo que no mínimo valha a pena ler. Por isso as vezes é bom ser exigente e chato consigo mesmo.

Até breve.


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TOP5: Os melhores temas de abertura

Olá leitores do mundo virtual! Tudo isso está muito parado não acham? E nós também estamos muito parados e sem ter o que postar, então, resolvi sair por aí vendo as aberturas das séries e fiz um TOP5: Os melhores temas de abertura. Não estamos escolhendo as melhores aberturas e sim as melhores músicas das aberturas. Espero que gostem, pode parecer panelinha, mas procurei muito.



Os melhores temas de abertura, por THIAGO MB.

01. Hollywood Boulevard

A música de abertura da série Hollywood Boulevard merece o primeiro lugar do TOP5. Sem dúvidas é um grande hit. Parabéns a autora da série.


02. Descobrindo

Quando Mean To Live começa a tocar na abertura de Descobrindo quem é que não canta junto? A série é um grande sucesso e claro que a música de abertura não deixaria de ser um grande hit.


03. Dreams in Craverland

A série estreiou há algumas semanas atrás, mas já está fazendo um grande sucesso. A música de abertura é contagiante, deixa você no ritmo da abertura que também é ótima, com cenas dos personagens. Ponto para a série.


04. Sides

Sides não poderia faltar nesse primeiro TOP5, dedicado aos temas de aberturas. Uma ótima música, merece sim um lugarzinho aqui! Parabéns Sides.



05. The World of Girls

O que acontece quando Fergie e Justin Timberlake estão juntos em um tema de abertura? EXPLOSÃO POP! É isso que TWOG tráz. A música é um remix de Glamorous e What Goes Around...Comes Around. Não dá pra ficar parado.
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Os Personagens Mais Carismáticos das Séries!

Olá a todos! Eu (The Collapse), Janaína (Sides), Thiago (The World of Girls) e Ramon (Distorcer) fizemos essa lista, onde listamos os personagens mais carismáticos das séries virtuais. Confira já!



Bob Houzbe [The Collapse]

Mulherengo, cômico-sarcástico, dono das melhores tiradas da série, e dotado de uma mente poluídissima. O canastrão é o típico safado que se faz de ingênuo, e não se cansa de tentar ajudar os amigos a sair da "seca". Com seus dotes peculiares a la conquista de mulheres já se meteu numa grande confusão com elas!




Gustavo [Descobrindo]

Sarcástico, frouxo, malandro... Tem marra, mas tudo que quer é se enturmar. Seu melhor momento foi quando, ele inventa uma história de terapia de grupo com o pessoal.




Oliver [Distorcer]

O melhor momento dele, com certeza, foi quando, depois de um seqüestro relâmpago por palhaços, ele e Carol acabaram perdidos em um lugar, só eles. O personagem muito divertido e com sua ironia e temperamento forte, naquela cena se mostra teimoso mas um pouco mais flexível



Bruce [Hollywood Boulevard]

O ex-ator que passa as noites se embriagando no bar Cocktaul pra afogar as mágoas do passado é dotado de um humor-negro que difere a série. O fato dele nunca ter tido um grande papel de destaque em toda sua carreira dá motivos para muitas situações. Cheio de tiradas sarcásticas e de diálogos inteligentes enquanto bebe e desabafa pra garçonete.





Belatriz [Ponte Lusac]

Doce, meiga, carismática até demais, tinha tudo pra se tornar mais uma daquelas personagens perfeitas e chatas, mas, não sei ao certo o que é, mas Belatriz acabou conquistando a maioria, se não, todos os leitores de Ponte Lusac.





Samantha [Sides]

Com suas diversas particularidades, Samantha acabou se tornando a mãe mais apegavel do mundo virtual. Louca, irresponsável, barulhenta, birrenta e apaixonada pelo vizinho "grosseirão". Um dos seus grandes momentos, senão, o maior deles, foi no episódio piloto de "Sides", quando ela foi presa por armar confusão da feira, tudo porque não concordava com o preço de um produto.





Jay [Cult]

Confuso com o mundo, confuso com as pessoas ao redor, confuso até com ele mesmo. Um símbolo de confusão, é com isso que a série conta, os episódios são narrados pelas confusões internas do personagem, que discute internamente com ele mesmo. Um grande momento do personagem foi no piloto da série, quando ele conheceu Cecília (A amada), e a disse que tinha um peixe de mesmo nome.





Tina [Adolescentes]

De vilã a queridinha do público, Tina mudou seu jeito e conquistou todos os leitores da série. Com seu ótimo humor e com seu carisma, ela é uma dos grandes destaques da série teen. Um de seus melhores momentos na série é quando Tina chega na casa de Nanda sem ser convidada e vence Murilo em uma partida de videogame. Ela ainda faz sátiras com a situação dos aeroportos do Brasil, chamando 'aquilo' de um caos.

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• Beldades masculinas do mundo virtual

• Beldades masculinas do mundo virtual
por: Janaína Freitas 

Olá leitores, na minha primeira postagem no blog, um assunto muito interessente. Os gatos que povoam nossas séries virtuais, afinal já que foi feito um TOP 5 pros cuecas de plantão, nós mulheres não podemos ficar atrás, não concordam?
Começando então:



01.
Jared Leto, de Cult e O dia em que tentei viver.


Duas séries nos presenteiam com esse monumento. Alguém não concorda que além de sexy, fofo e gato, o Jared canta super bem? Olhar não tira pedaço... infelizmente.





02. Paul Walker,
de Outlaws.


No quesito beldades masculinas, Outlaws é muito bem servida, mas Paul Walker é definitivamente a personificação da expressão "pedaço de mau caminho..". Pena que não dá pra ter um desses em casa.




03. Chace Crawford, de Adolescentes e Dreams in Craverland.



É fato, não tem como não babar por Chace. Loiro, alto e com os olhos azuis mais sensuais do momento, é sorte nossa que ele seja compartilhado por duas séries. Simplesmente irresistível.





04.
Jamie Johnston , de Em Segredo e Sides.


Um dos protagonistas de Em Segredo, e o bad boy regenerado em Sides, Jamie Johnston é lindo
de qualquer jeito, em qualquer papel, sob qualquer luz. Esse...é pra casar.



05. Pawel Szajda, de Leila.



Em Leila ele é o próprio "bonitinho mas ordinário". Mas quem se importa? É só olhar pras fotos desse descendente de poloneses, que perdemos o folêgo! Nota 10? Que nada, nota 1000!
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• Beldades femininas do mundo virtual



• Beldades do mundo virtual:


01. Mischa Barton, de The World of Girls.


Recentemente foi presa por dirigir alcoolizada, além de se envolver em várias polêmica. Mischa Barton apesar de tudo continua uma mulher de arrasar, loira ou morena ela é espetacular. Ela merece o primeiro lugar, você não acha?


02. Jessica Alba, de Distorcer.



Me diz se não é uma mulher ‘fantástica’... Distorcer também tem beldades, e Jéssica Alba é uma delas. A mulher é simplesmente perfeita.





03. Sabrina Aldridge, de Adolescentes.


Sabrina Aldridge, ou melhor, mulher furacão. Sabrina faz parte do elenco principal da série virtual Adolescentes. É de parar o trânsito.



04. Kristen Bell, de Long Beach.




Não poderia deixar de participar do TOP5 beldades... Kristen é encantadora, além de possuir uma voz vamos dizer que ‘excitante’. Long Beach está bem representado.





05. Ashley Benson, de Sides.


Uma verdadeira princesinha. Ashley é muito linda e claro que ela estaria aqui no primeiro TOP5 beldades. Sides está bem na fita hein? Ponto para série.



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